Em teorias de administração existem diversos modelos para avaliar negócios. Por exemplo, ao entrar em um negócio, faz-se a análise SWOT (Strenghts, Weakness, Opportunities and Threats) que compila em uma matriz os pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades. Essa matriz é direcionada para avaliar o ambiente interno e externo de uma empresa, onde se deve monitorar o tempo todo para garantir a tão buscada competitividade.
Além dessa ferramenta existe uma outra matriz para análise de competitividade chamada 5 forças de Porter que foca na estratégia competitiva do macro-ambiente. Poder de barganha dos fornecedores ameaça de produtos substitutos, poder de barganha dos clientes, ameaça de novos entrantes e a rivalidade entre os concorrentes são os fatores elencados por Michael Porter para avaliar a competitividade da empresa e como ela lida com as forças de mercado.
Outra matriz muito usada nas teorias da administração é a Matriz Ansoff, ou Produto/Mercado que foca em como o produto da empresa se relaciona com o mercado nos seguintes pontos: penetração, desenvolvimento de produtos, desenvolvimento de mercado e diversificação de produtos.
Existem inúmeras teorias para avaliar a competitividade de uma empresa. Essas teorias, e tantas outras, têm algo em comum, a maioria data da década de 70-80, ou seja, apesar de todas as mudanças no mundo, comunicação, inovação, internet, meio competitivo, exigência por parte dos consumidores, os modelos estratégicos adotados pelas empresas são os mesmos de 30 anos atrás.
Observando hoje a competitividade de mercado, percebe-se que uma vantagem competitiva não é mais vantagem se ela for passível de adoção por parte de seus concorrentes, por isso, existe um termo em crescente uso hoje que se trata da Vantagem Competitiva Sustentável.
Essa vantagem é aquela que a empresa adota e não será facilmente copiada, e assim, será perpetuada durante algum tempo.
Muitos teóricos estão se atentando para esse tema nos dias de hoje, implementar a sustentabilidade na agenda de prioridades do negócio, porém um dos indicativos de que isso ainda não está difundido é a falta de teorias aceitas por todos como a SWOT, Porter ou Ansoff. Com certeza, muito em breve, existirão diversas teorias de avaliação de sustentabilidade de negócio, estaremos atentos a elas.
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