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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Desenvolvimento Sustentável segundo o WWF


Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, garantindo a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental. Nos últimos anos, práticas de responsabilidade social corporativa tornaram-se parte da estratégia de um número crescente de empresas, cientes da necessária relação entre retorno econômico, ações sociais e conservação da natureza e, portanto, do claro vínculo que une a própria prosperidade com o estado da saúde ambiental e o bem-estar coletivo da sociedade.
É cada vez mais importante que as empresas tenham consciência de que são parte integrante do mundo e não consumidoras do mundo. O reconhecimento de que os recursos naturais são finitos e de que nós dependemos destes para a sobrevivência humana, para a conservação da diversidade biológica e para o próprio crescimento econômico é fundamental para o desenvolvimento sustentável, o qual sugere a utilização dos recursos naturais com qualidade e não em quantidade.
O consumidor é cada vez mais consciente do peso ecológico e social de suas próprias escolhas. Assim, para a empresa garantir a satisfação dos consumidores ela terá, cada vez mais, que fornecer respostas coerentes a estes assuntos, reconhecendo a crescente sensibilidade do mercado às temáticas como a sustentabilidade e empenhando-se a atingir resultados positivos a favor do ambiente. 
Empresas que queiram manter a competitividade ao longo prazo devem, portanto, responder às expectativas dos cidadãos-consumidores, valorizando o comportamento responsável.
Para o WWF-Brasil a colaboração e as parcerias com o mundo privado representam um pressuposto essencial para um futuro sustentável, ajudando desta forma a trazer o conceito de sustentabilidade da teoria para a prática
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Sustentabilidade segundo Dworkin


Segundo Dworkin, a obrigação de proteger o meio ambiente é, sobretudo, “uma questão de justiça entre as gerações”, ou seja, que deixemos um mundo em condições de ser habitado pelas gerações vindouras. É o nosso “trato com o futuro”. Na Amazônia dada a diversidade de solos, vislumbra-se uma pluralidade de soluções para o desenvolvimento sustentável da região. A imensidão da mata engana, pois o solo da floresta é quimicamente pobre. Sol e chuva abundantes favorecem a reciclagem dos nutrientes vegetais estes originam a liteira que é a camada de detritos orgânicos produzidos pela própria floresta. Assim, a liteira alimenta a floresta e esta produz mais liteira. Quando uma floresta como esta é convertida em monocultura ou em pastagem, há um irreversível impacto ambiental, pois os mecanismos de reciclagem são rompidos e ocorre uma degradação do solo. Como conseqüência, dentro em breve, a produtividade desta monocultura decai e os agricultores/pecuaristas abandonam a área e vão derrubar e queimar outras quadras. Neste processo, tem-se abandonado, milhões e milhões de hectares. Esta degradação ocasiona uma escassez de nutrientes-chaves, o que impossibilita a recomposição total da floresta primária. Segundo estudos do Prof. Flávio Luizão (INPA), a recuperação pode se dar com o enriquecimento das capoeiras (floresta secundária) ou pela implantação de Sistemas Agroflorestais que são caracterizados por uma exploração do terreno, no qual se combina o plantio de árvores e outras espécies (frutíferas e madeireiras). Evidente que não é a reconstrução da mata original, porém é um sistema que permite colheitas sucessivas de produtos diferentes ao longo do tempo, mantendo a diversidade e a produtividade. A diversificação diminui os riscos relacionados à queda de preços, bem assim, os sistemas consorciados de várias espécies têm menos chances de serem atacados por doenças. Com este encaminhamento, promove-se o desenvolvimento sustentável nas áreas degradadas e evita-se a destruição de novos sítios. Nas palavras de Sachs “buscam-se soluções específicas para o local, o ecossistema, a cultura e a área”. Para tanto, é necessário um desenvolvimento de uma estrutura que privilegie os sistemas agroflorestais, de modo a flexibilizar o créditos e promover uma adequada assistência técnica através da EMATER (na parte agrícola) e do SEBRAE (no treinamento e assistência comercial). Constata-se que há espaço para os sistemas agroflorestais e para o extrativismo. O extrativismo, inserido no interior do próprio ecossistema florestal, possibilita uma distribuição demográfica mais compatível com a capacidade de suporte da floresta amazônica. O risco de exploração degradante não existe nas comunidades de manejo, pois, segundo o pesquisador Écio Rodrigues: “o extrativista compreende a importância em se manter intensidades menores de exploração para que se possa explorar sempre, para ele, seus filhos e netos”. Não pensem que a Amazônia irá se transformar em um grande canavial- dada a crescente busca pelo etanol, pois o nosso sistema de chuvas inviabiliza tal propósito, nem que a nossa região, por inteiro, se transmudará em um imenso campo de soja, vez que economicamente desvantajoso, pois um hectare de dendê produz 5 mil kg de biodiesel por ano contra 400 kg produzidos pela soja no mesmo espaço de tempo, muito menos, que a pecuária ocupe todos os espaços, pois só quem conhece os solos amazônicos, sabe que, por mais que se queira um “boi light” – vez que fará muito exercício nestas subidas e descidas, nos chamados “socavões”, a pecuária não pode expandir-se por toda a região. Portanto, planta-se verde para recuperar o degradado e para manter o verde das florestas As metas ecológicas e econômicas não são conflitantes desde que mediadas em bases sociais. Não podemos perder a nossa vocação florestal e, por intermédio da terra e suas riquezas (animais, vegetais e minerais) possibilitar o desenvolvimento da nossa Amazônia! Esse artigo é de responsabilidade do autor. Não reflete a opinião do Portal Amazônia ou do grupo Rede Amazônica.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

50 dicas para "melhorar o mundo"


·        1º Na hora de comprar um carro, faça um cálculo simples de qual o tamanho ideal para suas necessidades. Veículos maiores consomem e poluem mais. Modelos do tipo flex fuel estão adequados às normas de proteção ao meio ambiente. Lembre-se: prefira abastecer com etanol.
·        2º Carro não é o meio de transporte ecologicamente mais correto. Use-o com moderação, em especial se tiver um enorme 4x4 a diesel. Ande mais em transporte coletivo ou reabilite sua magrela.
·        3º Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.
·         4º Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustíveis e ajudam a despejar menos CO2 no ar.
·         5º Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.
·         6º Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.
·         7º Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só esqueceu-se de dizer que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.
·        8º Na hora de comprar eletrodomésticos, escolha os mais eficientes. É possível reconhecê-los pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: isso não custa nada.
·       9º Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar dinheiro no fim do mês.
·      10º Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Aproveite para avaliar com seus botões: será que você precisa mesmo de um freezer?
·         11º Idéia luminosa é trocar as lâmpadas incandescentes do banheiro, da cozinha, da lavanderia ou da garagem pelas fluorescentes. O motivo é para lá de convincente: elas duram até 10 vezes mais, são mais eficientes e economizam até um terço de energia elétrica.
·         12º Ventiladores de teto consumem muito menos energia que os aparelhos de ar condicionado. Tudo bem, você prefere o ar condicionado. Então, ao menos o use racionalmente, com portas e janelas fechadas e os filtros regularmente limpos.
·         13º Evite a torneira elétrica nos dias quentes. Aliás, para quê esquentar a água da pia se vivemos em um país tropical? Pense nisso.
·        14º Atire a primeira pedra quem nunca esqueceu o carregador do celular ligado na tomada. Acredite: esse pequeno descuido gasta energia elétrica.
·         15º Pendure as roupas no varal em vez de usar a secadora. Recorra a ela apenas em casos mais urgentes. E aquele truque de colocar panos e roupas para secar atrás da geladeira deve ser abolido, pois consome energia extra.
·          16º Não há nada mais fora de moda que usar a mangueira de água para varrer a calçada, a chamada “vassourinha hidráulica”. Em 15 minutos, 280 litros de água escorrem para o ralo inutilmente. Espante a preguiça, pegue a vassoura, junte a sujeira, recolha com a pá e só depois enxágüe o chão.
·         17º O que há de errado em tomar água “torneiral”? Saiba que ela é bem tratada antes de chegar a sua casa. Então, instale um purificador na torneira e se esqueça dos incômodos garrafões. O consumo de água engarrafada envolve o transporte em veículos a diesel. É preciso dizer mais?
·         18º Fique de olho em vazamentos nos encanamentos e não deixe torneiras pingando inutilmente. É economia líquida e certa de água e de dinheiro.
·         19º Pense com carinho na possibilidade de colocar acumuladores de energia solar e de coleta de água das chuvas em sua casa. Novos prédios já estão tomando essas medidas. Pode ser um bom investimento para você. E um alívio para o planeta.
·         20ºMuito luxo produz muito lixo. Pense antes de sair comprando tudo o que aparecer. Com essa atitude você faz a diferença, combatendo o desperdício, diminuindo a montanha de embalagens descartadas e, de quebra, espantando as dívidas.
·         21º Leve o campo para dentro de sua casa em plena cidade grande: cultive uma pequena horta em vasos ou mesmo num cantinho do quintal. Além da higiene mental, você colherá ervas, condimentos e hortaliças frescas diretamente da terra.
·         22º Restos de alimento que você despeja na lixeira são bons fertilizantes orgânicos. Parece incrível, mas espalhar casca de ovo, de fruta e de legume, pó de café, saquinho de chá e pão velho nos vasos ajuda a deixar as plantas mais fortes e bonitas.
·         23º Sofrer em engarrafamento para ir ao banco e depois testar a paciência numa fila interminável são coisas do passado. Faça uso da tecnologia, colocando em dia todas as suas transações financeiras pela internet, sem sair do conforto de casa.
·         24º Que tal fazer compras caminhando até o mercadinho perto de sua casa ou divertir-se indo à feira a pé toda semana? Vá lá, pode ser que um ou outro produto esteja um pouco mais caro que naquele hipermercado de sua preferência. Mas pense na economia de combustível e de paciência que você terá sem precisar procurar vaga no estacionamento lotado.
·          25º Prefira consumir produtos locais e da estação. Eles não precisam ser transportados de longa distância e, por isso, a emissão de carbono e de poluição é mínima. Saiba que a última moda nos melhores restaurantes da Itália é o “cardápio 0 km”. Eles servem apenas pratos feitos com ingredientes provenientes de produtores da vizinhança.
·         26º Despreze os produtos descartáveis. Escolha os feitos para serem duráveis, como era nos tempos de nossos avôs. Tenha a certeza de que com essa simples atitude você estará dando o pontapé inicial para diminuir a quantidade de lixo que a humanidade produz.
·         27º Pare e pense bem antes de descartar todos aqueles objetos que já não interessam mais a você. Que tal doá-los a alguma entidade assistencial? Esse material que está apenas ocupando espaço em sua casa certamente será útil para muita gente.
·         28º Um dos grandes problemas da poluição dos mananciais vem de um hábito difícil de mudar: jogar o óleo de fritura usado no encanamento. Um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água. Separe o óleo em garrafas PET para doá-lo a ONGs que faz biodiesel e sabão com ele.
·         29º Não jogue pilhas e baterias de celular velhas no lixo. Elas contêm substâncias tóxicas que contaminam o solo e os lençóis freáticos. Separem todas elas e procure um posto de coleta perto da sua casa. Aproveite para diminuir o consumo de pilhas descartáveis com o uso de pilhas recarregáveis.
·         30º “Ao fazer compras, leve sua própria sacola, de preferência as de pano resistente”, aconselha o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young. Com esse gesto simples, você deixará de participar da farra das sacolinhas plásticas, que entopem cada vez mais os lixões das grandes cidades.
·         31º Procure saber a procedência dos produtos que você consome. Fuja de produtos de empresas com referências suspeitas. Adote o costume de ler as embalagens e ligar para o serviço de atendimento ao cliente quando tiver alguma dúvida sobre o produto.
·         32º Lute para que a companhia onde você trabalha, adote atitudes mais sustentáveis. Pressione para que a direção da empresa tome medidas de economia de energia elétrica, água e materiais de consumo. Bem, se você não conseguir mudar nada, pense seriamente em mudar de emprego. Afinal de contas, você não precisa de chefe para ser bom cidadão.
·         33º Desabilite seu screensaver cheio de efeitos especiais. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Configure sua máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.
·         34º A quantas reuniões rápidas você já teve de ir depois de enfrentar horas no trânsito para ir e voltar? Às vezes é possível resolver isso por telefone ou em programas de comunicação on-line de seu próprio computador.
·         35º Se tiver chance, prefira um notebook. Ele consome menos energia que um computador de mesa.
·         36º Prefira o papel eco eficiente ou o reciclado. A produção do eco eficiente usa os recursos da natureza de maneira racional. Tem como matéria-prima o eucalipto plantado para essa finalidade e colhido após sete anos. Para ficar com a aparência que todos conhecem, enfrenta processo de branqueamento. O papel eco eficiente é feito de fibra de árvores manejadas de forma sustentável, evitando o impacto negativo no meio ambiente.
·         37º Já reparou na quantidade de copos de plástico jogados no lixo no fim do expediente? Mude isso: traga de casa sua própria caneca ou uma garrafinha para água. Você ditará moda entre os colegas.
·         38º Quando precisar dos serviços de um portador prefira chamar um bikeboy, em vez de um motoboy. Além de mais barato, ele entrega seus documentos com maior rapidez. O que é melhor: sem poluir o ar nem provocar engarrafamentos.
·         39º Coloque nos seus planos trocar seu monitor comum por um de LCD. Eles são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos.
·         40º Economize CDs e DVDs, que são feitos de plástico. A onda agora usar e abusar de mídias regraváveis como CD-ROM, drives USB ou mesmo utilizando e-mail para carregar ou partilhar arquivos.
·         41º Imprima somente o que for mesmo necessário e procure aproveitar os dois lados da folha de papel. Tá certo, essa é uma daquelas dicas que você conhece bem. Mas a está colocando em prática?
·         42º Não troque seu celular por puro impulso. Se não resistir à tentação de comprar aquele modelo que só falta falar, ao menos deixe o seu modelo antigo na revendedora para reciclagem.
·         43º Esqueça-se do elevador e use mais a escada se tiver de subir ou descer um ou dois andares. Afinal, além da economia de energia elétrica, tanto esforço pode resultar em um corpinho mais saudável.
·         44º Faça seu dinheiro trabalhar a favor de causas nobres. Diga ao gerente do banco que você quer aplicar em investimentos socialmente responsáveis, os ISRs. Dessa forma, seus lucros virão de empresas que respeitam práticas ambientais e trabalhistas.
·         45º Exerça a cidadania. A internet e o telefone são bons canais de comunicação com representantes de sua cidade, seu estado ou país. Mobilize-se e certifique-se de que seus interesses e os da comunidade sejam atendidos.
·         46º “Plante uma árvore. Ela pode absorver até 1 tonelada de CO2 durante sua vida e é bom abrigo para aves”, ensina Xico Graziano, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Se você é daqueles que não gostam de sujar as mãos, ao menos se inscreva em programas de plantio pela internet, como o Clickarvore.
·         47º Participe de sua comunidade, seja voluntário de uma instituição próxima da sua casa ou do trabalho. Doe um pouquinho do seu tempo para quem precisa.
·         48º Conscientize seus filhos dos problemas com o aquecimento global sem fazer terrorismo. A idéia não é deixá-los sem esperança, mas bem informados e dispostos a cuidar melhor do planeta que as gerações passadas.
·         49º Convença aquele amigo, parente ou vizinho mais cético de que as atitudes aqui sugeridas podem ajudar a mudar o mundo para melhor. Se você é o cético, comece a convencer-se disso. Afinal, alguém tem de fazer alguma coisa para reverter esse jogo a favor da sustentabilidade.
·         50º Fuja da alienação e influencie pessoas. Estar sempre bem informado também é um bom exemplo de atitude cidadã. Procure ler mais para ficar atualizado nos assuntos de interesse geral como política, economia, meio ambiente e sustentabilidade.

Modelo Alcoa de Sustentabilidade


Na Alcoa, a sustentabilidade é definida como a aplicação de nossos valores para alcançar o sucesso financeiro, a excelência ambiental e a responsabilidade social, em parceria com todos os públicos de interesse, a fim de apresentar benefícios concretos de longo prazo aos nossos acionistas, colaboradores, clientes, fornecedores e às comunidades onde atuamos.
Reconhecemos que há muitas definições para sustentabilidade. Porém, sentimos que era necessário definir o tema de maneira que fosse aplicável até os níveis operacionais da nossa Empresa.
Estamos comprometidos a revisar regularmente nosso desempenho visando a sustentabilidade e temos estabelecido objetivos e relatado publicamente os resultados alcançados nesse sentido desde 1993. Trabalhamos dessa forma para sermos totalmente transparentes com relação a nossas questões e progressos relacionados a sustentabilidade e fornecermos informações significativas a todas as partes interessadas.
Revisões Independentes dos relatórios de sustentabilidade da Alcoa em 2007 e 2008 revelaram uma lacuna na nossa abordagem nesse sentido - não vínhamos integrando completamente a sustentabilidade em nossas principais estratégias de negócios. Iniciamos, então, um trabalho no início de 2009 para responder a esse questionamento.
Nossa primeira ação foi reavaliar como pensávamos sobre sustentabilidade na Alcoa para garantir que nossa abordagem estivesse alinhada com a maneira que estávamos administrando nossos negócios. Queríamos ter certeza que todas as unidades compreendessem como a sustentabilidade seria integrada às suas operações. Também queríamos garantir que os públicos de interesse compreendessem como a sustentabilidade estava ligada às principais estratégias.
Desenvolvemos uma nova abordagem para o tema em 2009 e os relatórios de sustentabilidade da Alcoa foram reestruturados de forma a estarem alinhados a esse conceito. A nova abordagem enxergou as iniciativas através de três lentes distintas, mas interdependentes: sustentabilidade dos produtos, sustentabilidade dos recursos, e sustentabilidade das operações.

Instituímos também um Comitê de Sustentabilidade Global em 2009 que consiste de pessoas-chave focadas no tema, da Alcoa de várias regiões do mundo. Encarregamos esse comitê de analisar as lacunas existentes em nossas atuais iniciativas e prioridades em sustentabilidade e desenvolver um plano de ação para 2010 e próximos anos.
Finalmente, nosso CEO designou uma Equipe Global de Sustentabilidade em nível executivo para integrara sustentabilidade em nossas estratégias de negócios. Essa equipe é formada por executivos que agora são responsáveis pelas iniciativas estratégicas de sustentabilidade da Alcoa e relatam o progresso nessas iniciativas em reuniões trimestrais de atualização.
Como primeira ação, os membros desta equipe revisaram as metas da nossa Estratégica Global de Sustentabilidade 2020 e desenvolveram um novo conjunto de metas para orientar o progresso nos nossos negócios até 2020 e, para algumas áreas, até 2030. Alinhado à nova abordagem, as novas metas estratégicas de sustentabilidade continuarão a orientar-nos rumo a resultados mensuráveis relacionados a nossos principais desafios de sustentabilidade, como mudanças climáticas.
Como resultado dessas ações, nosso constante comprometimento com a sustentabilidade tornou-se ainda mais forte em 2009. Acreditamos que integrar o conceito de sustentabilidade às nossas principais estratégias de negócios nos torna uma Empresa ainda melhor e uma escolha para governos e comunidades. Essa denominação leva ao melhor acesso a terras, mercados, capital, recursos e pessoas.
Estamos totalmente comprometidos em manter nosso foco e direção para a sustentabilidade, mesmo em momentos difíceis. Dessa maneira, estamos emergindo dessa crise econômica global ainda mais forte.
Nosso objetivo para 2010 e próximos anos é integrar totalmente os conceitos de sustentabilidade em todos os processos para que se tornem parte de como fazemos nosso negócio. Os principais componentes para alcançar esse objetivo são compreender as expectativas de nossos públicos de interesse e permanecer transparentes no relato de nosso progresso, bem como de desafios que possamos encontrar.
Consideramos também cada colaborador um campeão em sustentabilidade. Ao apoiá-los, eles se tornam especialistas internos em vários aspectos da sustentabilidade, como relações com o meio ambienta e com a comunidade.
Muitas das nossas unidades de negócios e regiões onde atuamos estão empregando indicadores de sustentabilidade complementares em seus desafios. Cada área também promove workshops e outros métodos para engajar clientes, gestores, colaboradores, comunidades e outros públicos em iniciativas de sustentabilidade, apresentando estratégias e planos de ação concretos.
Por exemplo, os objetivos do Comitê Brasileiro de Liderança de Sustentabilidade são:
  • Aumentar o controle da Empresa em sustentabilidade com o engajamento e visibilidade da alta gestão;
  • Aumentar a responsabilidade final das unidades de negócios em todas as regiões;
  • Criar oportunidade para que líderes compartilhem melhores práticas, ao mesmo tempo em que aumentam seu conhecimento sobre sustentabilidade;
  • Acelerar o processo de integração do conceito de sustentabilidade na Empresa.
Vários integrantes da equipe brasileira pertencem ao Comitê de Sustentabilidade Global. Eles contribuem para a elaboração de uma agenda corporativa sustentável mais ampla, garantindo que nossa abordagem de sustentabilidade global seja adequada às necessidades de suas regiões.
A Alcoa integra pela nona vez consecutiva o Índice Dow Jones de Sustentabilidade. Foi eleita por cinco vezes consecutivas uma das empresas mais sustentáveis do mundo no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça e é uma das fundadoras da Parceria Americana pela Ação Climática (United States Climate Action Partnership - USCAP), uma associação composta por importantes companhias e ONGs ambientais norte-americanas que lutam pela redução significativa das emissões de gases causadores do efeito estufa.
Em 2010, no Brasil, a Alcoa foi incluída pela terceira vez consecutiva na lista das 50 Empresas do Bem, da revista Dinheiro e eleita pela quinta vez uma das 20 empresas-modelo pelo Guia Exame de Sustentabilidade.